Serviços / Contabilidade / Fiscal e Tributário
O regime tributário foi escolhido uma vez, e a empresa mudou desde então.
Simples, Presumido ou Real é decisão que a maioria toma na abertura, com o faturamento que ainda nem existia, e nunca mais revisa. Cuidamos da apuração e das obrigações do mês, e revisamos a escolha todo ano, com o número do ano que passou.
O que fazemos
A rotina do mês, e a decisão do ano.
Apuração mensal
O imposto do mês, conferido antes de virar guia.
Cálculo dos tributos conforme o regime, com a classificação fiscal conferida na origem. Produto ou serviço classificado errado no cadastro gera imposto errado todo mês, e ninguém percebe até a fiscalização.
Obrigações acessórias
As declarações, no prazo.
SPED, EFD, DCTF, declarações estaduais e municipais, conforme a atividade e o regime. São elas que cruzam com o que os seus clientes e fornecedores declararam, e a divergência chega como malha.
Revisão de regime
Uma vez por ano, com o número real.
Comparamos os três regimes com o faturamento, a folha e a margem do ano que passou, e projetamos o seguinte. Às vezes a conclusão é que o regime atual continua sendo o melhor, e essa também é uma resposta.
Planejamento tributário
Escolher entre os caminhos que a lei oferece.
Estrutura societária, forma de remunerar sócios, tratamento de benefícios, aproveitamento de créditos e incentivos a que a atividade dá direito. Tudo dentro da lei, e com o risco de cada escolha dito antes.
Onde está a linha
Planejar é escolher entre caminhos legais. O resto tem outro nome.
Não omitimos receita, não montamos empresa de fachada para caber no Simples e não transformamos empregado em pessoa jurídica para reduzir folha. Essas práticas também são vendidas como planejamento tributário, e a conta delas chega com multa, juros e responsabilidade pessoal dos sócios.
Quando a economia pretendida só existe assumindo esse risco, dizemos isso com todas as letras, e a decisão continua sendo sua.
Quanto se economiza
Não publicamos percentual, e desconfie de quem publica
O resultado depende da atividade, do porte, do peso da folha, da margem e de quanto já foi feito antes. Duas empresas do mesmo setor, com faturamentos parecidos, chegam a conclusões diferentes. Qualquer número dito antes de olhar os seus é chute, e chute publicado vira promessa.
O que dá para dizer na primeira conversa é se existe algo evidente a revisar, e isso costuma aparecer rápido: regime incompatível com a margem, classificação fiscal errada, crédito que a atividade permite e ninguém aproveita.
Começar
A melhor hora é antes da virada do ano.
A opção pelo regime tem janela, e fora dela a empresa espera doze meses. Se a sua está chegando perto de um limite de faturamento, ou mudou de atividade, ou aumentou a folha, vale a conversa agora e não em dezembro.
O que isto não é
Não é tese para discutir na justiça
Há economias que só se obtêm discutindo a cobrança judicialmente. São caminhos legítimos, com prazo longo e resultado incerto, e quem conduz é advogado tributarista. Apontamos quando o caso existe, e não vendemos a expectativa.
E não é recuperação do que já foi pago. Aqui se cuida do imposto daqui para a frente; olhar para trás é outro trabalho, com página própria.