Serviços / BPO Financeiro / BPO Financeiro in-house
Quando o analista financeiro pede demissão, o processo vai junto.
No in-house, um ou mais profissionais da Elbrus trabalham dedicados à sua operação, dentro da sua empresa. O serviço é o mesmo do BPO externo. O que muda é onde a pessoa senta, e o que acontece no dia em que ela não está.
O que é igual
O serviço, inteiro
Contas a pagar e a receber, emissão de notas e boletos, conciliação, cobrança e os relatórios que mostram como o caixa se comporta. O escopo é escrito com volume declarado, o setup acontece antes de a operação começar, e a cobrança é mensal por serviço prestado.
Tudo isso está descrito em detalhe na página do BPO externo, e vale igual aqui. Não repetimos para não existirem duas versões da mesma coisa.
O que muda
Uma pessoa na sua empresa, e uma estrutura atrás dela.
É a diferença entre isto e contratar um analista próprio. O profissional é o mesmo tipo de gente; o que vem junto é que não fica dependendo dele estar bem, disponível e satisfeito.
Presença no seu ambiente
Dentro da empresa, na sua rotina.
O profissional trabalha no seu escritório, com o seu time, no horário combinado. Documento em papel, aprovação presencial, conferência de caixa e sistema que só roda na rede interna deixam de ser obstáculo.
Dedicação exclusiva
A sua operação, e não uma fila de clientes.
O tempo dele é seu. Não há rodízio entre empresas, nem prioridade disputada com outro contrato no fim do mês, que é quando todo financeiro precisa de atenção ao mesmo tempo.
A ausência é problema nosso
Férias, falta e saída não param a operação.
Quando a pessoa se afasta, a cobertura é nossa e já está combinada. É a diferença mais concreta em relação a ter um analista próprio: hoje, quando ele sai, a empresa fica sem operação e sem quem saiba como ela era feita.
Retaguarda da Elbrus
Quem está na sua empresa não trabalha sozinho.
O profissional alocado tem o time da Elbrus atrás: revisão do trabalho, apoio nas situações que fogem da rotina e acesso a quem já viu aquele caso em outra operação. Analista contratado direto tem só a si mesmo.
Quem responde por quem
O processo é documentado, e não decorado
A rotina financeira fica escrita: como cada coisa é feita, em que ordem, com qual acesso e qual alçada. É isso que permite substituir alguém sem a empresa parar, e é justamente o que não existe quando o financeiro mora na cabeça de uma pessoa só.
A gestão do profissional é da Elbrus: contratação, treinamento, avaliação e substituição, se for o caso. As prioridades do trabalho são suas, e é assim que deve ser: você diz o que precisa sair primeiro, nós respondemos por quem executa.
Se a pessoa alocada não estiver funcionando na sua operação, a conversa é conosco, e a troca também.
A regra que não muda
Nem com alguém sentado na sua empresa.
A Elbrus não é autorizada a movimentar valores, por meio digital ou físico, em nenhuma hipótese. Estar dentro da sua empresa não muda isso: o profissional alocado prepara o pagamento, organiza a fila e mostra o que vence; quem aprova e quem transfere é você.
É a mesma regra do BPO externo, e ela está no contrato dos dois. A proximidade física torna a pergunta mais frequente, e não a resposta mais flexível.
Qual dos dois
Quando o in-house resolve e o externo não.
O externo atende bem a maioria das operações e custa menos. O in-house existe para os casos em que a distância é o problema.
Volume que ocupa uma pessoa
Quando o movimento mensal já justificaria um analista dedicado, o in-house entrega isso sem a empresa assumir a vaga e tudo o que vem com ela.
Papel que não vira arquivo
Operações que ainda vivem de documento físico, protocolo assinado e conferência no balcão. Alguém precisa estar onde o papel está.
Sistema que não sai de lá
ERP instalado em servidor local, sem acesso remoto liberado, ou política interna que impede abrir o sistema para fora.
Decisão que acontece no corredor
Empresas em que a aprovação de pagamento e a definição de prioridade se resolvem falando com o dono, e não por e-mail.
Time financeiro a formar
Quando a empresa quer ter equipe própria no futuro, mas precisa da operação rodando e do processo escrito antes de contratar.
Transição de uma saída
O responsável pelo financeiro saiu, ou vai sair, e não há ninguém que saiba a rotina inteira. A presença encurta o resgate do que ficou.
Perguntas
O que perguntam sobre ter alguém de fora dentro.
A pessoa é funcionária de quem?
Da Elbrus. Contratação, salário, encargos, férias e desligamento são nossos. Você contrata um serviço, e não uma vaga.
E quando ela tira férias ou adoece?
A cobertura é nossa e já entra combinada no contrato. A operação não para, e você não precisa organizar substituição.
É a diferença mais concreta em relação a ter um analista próprio: hoje, quando ele falta na semana do fechamento, o problema é inteiro seu.
Posso pedir a troca da pessoa?
Pode. Se não estiver funcionando na sua operação, a conversa é conosco e a substituição também. O processo está escrito, então quem entra não começa do zero.
Quantas pessoas são?
Uma ou mais, conforme o volume e o escopo. O número sai da mesma conta do BPO externo: quantidade de lançamentos, notas, boletos, contas conciliadas e empresas.
Precisa ser todo dia na empresa?
Não necessariamente. A frequência é combinada no escopo, e há operações que funcionam bem com presença em parte da semana e o resto à distância.
Vocês movimentam dinheiro se estiverem aqui dentro?
Não, em nenhuma hipótese, e a proximidade não muda isso. A Elbrus não é autorizada a transferir, pagar ou resgatar valores. A aprovação e o pagamento continuam com você.
Quanto custa em relação ao externo?
Mais, porque há dedicação exclusiva e deslocamento. Quanto mais depende do volume, do escopo e da frequência de presença, e o número sai depois da primeira conversa.
Começar
A escolha entre os dois sai da conversa, não do site.
Precisamos entender o volume, o que ainda depende de presença física e como as aprovações acontecem hoje. Muita empresa chega pedindo in-house e sai com externo, que custa menos e resolve igual.