Serviços / Consultoria / Diagnóstico Empresarial
A maioria dos problemas de gestão é sintoma de outro.
A empresa chega com uma queixa: a margem caiu, o time não anda, o caixa aperta todo dia 20, as vendas não fecham. O diagnóstico existe para separar o que dói do que causa, antes de alguém gastar dinheiro tratando sintoma.
O que olhamos
Três frentes, e o problema quase nunca está só numa.
Número sem operação não explica o que aconteceu. Operação sem gente não explica por que continua acontecendo.
A operação
Como o trabalho entra, passa e sai. Onde ele para, quem destrava, o que é feito duas vezes e o que depende de uma pessoa só estar no escritório naquele dia.
Os números
Margem por produto, serviço ou cliente, composição de custo, comportamento do caixa e o que a empresa consegue de fato acompanhar. Muitas vezes o primeiro achado é que o número não existe.
As pessoas
Quem responde por quê, quem decide, quem só executa e onde a estrutura contradiz o organograma. É a frente que explica por que a solução anterior não pegou.
O que você recebe
Uma lista de prioridades, e não um plano genérico
No fim há um documento que diz três coisas: o que encontramos, o que causa o quê, e em que ordem atacar. A ordem é a parte que costuma faltar, e é a que decide se a empresa vai sentir diferença em três meses ou em três anos.
Cada prioridade vem com o que muda se ela for resolvida e o que continua igual se ela ficar para depois. Assim a decisão de onde começar é sua, com o custo de adiar visível.
Apresentamos o documento pessoalmente, com quem vai tocar as ações. Relatório entregue por e-mail e lido sozinho vira arquivo.
Começar
A primeira conversa já é sobre a sua empresa.
Não é apresentação institucional. Queremos entender a queixa, há quanto tempo ela existe e o que já foi tentado, para dizer se o diagnóstico faz sentido agora ou se o caso é outro.
O que isto não é
Diagnóstico não é execução
Ele diz o que fazer e em que ordem. Fazer é outro trabalho, e pode ser seu: muita empresa sai daqui com a lista e executa com o time que já tem. Quando a execução vem conosco, ela é contratada à parte, e você decide isso depois de ler o documento, e não antes.
Também não é auditoria nem parecer contábil. Olhamos os números para entender a operação, não para atestar a escrituração.