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Elbrus Consultoria Empresarial

Serviços / Consultoria / Planejamento Estratégico

Plano que não sobrevive ao primeiro mês não era plano.

Quase toda empresa que nos procura já fez um planejamento antes. O documento existiu, foi apresentado, e a segunda-feira seguinte foi igual à anterior. O trabalho aqui é o contrário disso: sai daqui uma lista de decisões com dono, prazo e número, e a rotina que confere se elas andaram.

Como trabalhamos

Cinco fases, e a última é a que costuma faltar.

As quatro primeiras qualquer consultoria faz. O que separa plano de documento é a quinta acontecer todo mês depois que a apresentação terminou.

01

Onde a empresa está

Resultado, posição no mercado, capacidade instalada e caixa disponível para bancar mudança. Planejar a partir de onde a empresa gostaria de estar é o erro mais caro do processo.

02

Onde ela quer chegar

O destino em número e em prazo, discutido com quem decide. Objetivo sem número não se confere, e o que não se confere não se cobra.

03

O que precisa ser verdade

Entre o ponto de hoje e o destino há condições: capacidade, gente, dinheiro, sistema, canal. Listá-las é o que separa meta de desejo.

04

O que fazer, e em que ordem

As iniciativas que mudam o resultado, priorizadas pelo efeito e pelo esforço, cada uma com responsável, prazo e o indicador que dirá se funcionou.

05

A revisão que mantém vivo

Um ciclo com data para olhar o que andou, o que travou e o que mudou no cenário. É aqui que o plano ou vira rotina, ou vira arquivo.

Quem participa

Quem vai executar precisa estar na sala

Plano feito só entre a diretoria e a consultoria chega pronto a quem vai tocá-lo, e chegar pronto é a forma mais rápida de não ser seguido. As pessoas que respondem pelas áreas participam da construção, discordam enquanto ainda dá tempo, e saem de lá donas de linhas do plano.

Isso custa mais encontros e produz discussão que a diretoria às vezes não esperava ter. É a parte mais útil do trabalho.

Começar

Antes de escolher o destino, saber de onde se parte.

É por isso que o diagnóstico costuma vir antes: ele dá o ponto de partida real, que quase nunca é o que a diretoria imagina. E depois que o plano existe, é a rotina de gestão que o mantém vivo.

O que isto não é

Não entregamos um documento para a gaveta.

Não é um caderno de missão, visão e valores. Se a empresa quiser trabalhar isso, tudo bem, mas não é o que resolve resultado, e vendê-lo como se resolvesse seria desonesto.

Não é previsão de mercado. Ninguém aqui sabe o que a economia vai fazer no ano que vem, e plano que depende de acertar isso é aposta com nome melhor.

E não é orçamento. O plano diz o que a empresa vai perseguir; o orçamento traduz isso em linha contábil, e quem cuida dessa parte é o BPO Financeiro.

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